“Foi o povo quem, nos momentos de crise, soube compreender os
sacrifícios e privações em favor de um futuro mais digno e mais justo.
O povo, sempre o povo, a lutar por Portugal.”

Marcelo Rebelo de Sousa, 10 de Junho de 2016

Cada vez mais faz sentido retomarmos ao conceito de líder, entender o papel dos que guiam pessoas, comunidades e nações. Principalmente, em momentos como os que vivemos atualmente, nos quais a informação sobrepuja, tornando-se acessível e democrática; dias nos quais a sabedoria não se mensura, apenas na quantidade de informação mas principalmente, no uso que se faz dela, para o bem comum. Ao quociente de inteligência urge ligar o quociente emocional o qual se torna imprescindível para que os seres humanos colaborem e efetivamente possam progredir.

Os países tal como as empresas precisam de líderes com uma missão clara e uma visão de futuro inquestionável, líderes que inspirem e que motivem;
mulheres e homens cuja proximidade cause, simultaneamente, admiração,
respeito e carinho.

A hercúlea missão de reunir tão raras e valiosas características foi corretamente alcançada pelo Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. 20º Presidente da República Portuguesa, professor catedrático de Direito e jornalista político, líder inspirador que demonstrou a toda a comunidade lusitana e lusófona, dentro e fora do país, a importância do compromisso pessoal no desenvolvimento das suas nações.

Renovou as esperanças num futuro risonho, arrobustou as forças de um povo cansado por sucessivas crises financeiras, com tamanha simplicidade e genuinidade que se tornou o presidente preferido dos portugueses.
Um presidente próximo às pessoas, tal como nunca se vira antes, um presidente amigo amável, quem junta toda a autoridade necessária a essa nobilíssima função à proximidade, à flexibilidade, ao amor autêntico e indelével pelas pessoas e pelo país.

Por tais atos e por muitos mais, cuja extensão ultrapassa, grandemente, a desta coluna, recebeu a honra do grande colar da ordem de Wissam Al-Mohammadi de Marrocos; é Comendador da Antiga Nobilíssima e Esclarecida Ordem Militar de Santiago da Espada, do Mérito Científico, Literário e Artístico de Portugal; recebeu ainda a grande Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique de Portugal; a Banda das Três Ordens; empresta-lhe seu nome à Biblioteca Municipal de Celorico de Basto, entre várias outras distinções e medalhas recebidas ao longo de dois mandatos, tendo o segundo iniciado em janeiro último.

Sobre o trabalho desempenhado, Marcelo Rebelo de Sousa terá dito que «os
portugueses estão, sobretudo, mais descrispados, otimistas …»


É com otimismo que enfrentamos o futuro da Lusofonia!

António Montenegro Fiúza

CEO – Chief Executive Officer do Grupo Lusófona Brasil